Centro de Assistência Paroquial de Amora – CAPA

A Paróquia desde 1952 manifesta a sua preocupação social para os mais necessitados através do Centro de Assistência paroquial de Amora- CAPA. Actualmente conta com 2 instalações: Patronato e Caracol. Toda a Paróquia sente-se responsável desta Obra social.

O CAPA tem os seus próprios Estatutos, com compromissos e prestação de contas, também para com o Estado. Tem uma sua autonomia e direcção própria.

Contactos do CAPA

Para informações mais detalhadas, consulte a página dos contactos.

Serviços

  1. Serviço de Amas: Crianças de 3 meses até 2,5 anos, em casa.
  2. Creche e Infantário: Crianças de 2,5 anos até 6 anos.
  3. ATL (Assistência Tempos livres): de 6 anos até o 2º Ciclo.

Total de Assistidos: 350

Origem do CAPA

O Centro de Assistência Paroquial de Amora (CAPA), celebrou o seu 60º aniversário, em Outubro de 2012.

Na década de 1950/60, o desenvolvimento industrial da margem sul arrasta uma população migratória de gente simples do Alentejo e mais tarde do interior.

Devido aos baixos salários e à grave crise económica que se verificou na altura, o Centro Paroquial de Amora (CAPA) nasceu para acolher as crianças durante o período laboral dos pais.

Lembramos o Padre Manuel Marques, um homem de grande sentido social que com a construção do CAPA, deu o primeiro sinal de intervenção social não só na cidade de Amora, mas também no mesmo concelho de Seixal.

No ano de 1974 acolhia acerca de 100 crianças. Durante a década dos anos ‘70, afim de responder às exigências crescentes da população, foi construído um novo edifício procurando apoiar as famílias mais necessitadas. Na década dos anos ‘80 a Junta de Freguesia de Amora inaugurou o jardim de infância chamado “Caracol”, sito nas Paivas. Devido a dificuldades de gestão, a autarquia local e o Centro Regional, confiaram esta nova instalação ao CAPA.

No ano lectivo de 1998/99 nasceram mais duas valências: a Creche familiar e o Refeitório cultural, duas respostas do CAPA aos problemas do desemprego, da droga, dos baixos salários e baixas reformas.

O CAPA continua a desenvolver uma importante actividade social a favor de muitas famílias carenciadas.

  • O CAPA hoje acolhe acerca de 350 crianças entre os 3 meses e os 10 anos de idade, distribuidas nas suas valências de Creche Familiar, Creche, Jardim de Infância e A.T.L.  e acredita que neste sua missão de solidariedade está a ajudar crianças oriundas de famílias em “exclusão social” e minorias étnicas.
  • Nos seus dois edifícios “Patronato” e “Caracol”, trabalham cerca de 90 pessoas que decididamente se esforçam para que cada criança tenha ali uma segunda família, nas horas em que os pais estão ocupados nos seus empregos.

Refeitório Cultural (ou Cantina Social)

O “Refeitório Cultural” ou Cantina Social minimiza a solidão e as dificuldades de subsistência de algumas pessoas e famílias da nossa freguesia. Famílias que já tiveram uma vida organizada, segura e estável, por motivos diferentes podem hoje passar por dificuldades de vária ordem, por exemplo, desemprego, falta de comida, falta de abrigo …

Uma assistente social atende uma fila de pessoas numa pequena sala do CAPA. Alguma delas encontram uma parte dos seus problemas resolvidos, recebendo uma carta para frequentar o “Refeitório Cultural” ou uma ajuda em géneros alimentícios da Conferência de São Vicente de Paulo.

Direção do CAPA

O pároco de Amora é o presidente do CAPA, formado por pessoas que em regime de voluntariado dão o seu melhor para gerir as actividades de uma obra tão prestigiosa.

Direcção: Duração do mandato: 3 anos. Início do actual Mandato: 01/01/2014 Término: 31/12/2016.

  • Presidente: P. Pedro Granzotto, pároco
  • Vice-presidente: Manuel Pires
  • Tesoureiro: Luís Araújo
  • 1º Secretário: Maria Rosa de Sá Nogueira
  • 2º Secretário : Fernando Rocha
  • Conselho Fiscal: António Freire, Avelino Silva, Manuel Falcão.

Ser voluntário

O CAPA conta também com a ajuda de muitas pessoas. Ser voluntário constitui a melhor forma de:

  • intervir activamente em favor de uma causa
  • Não ficar indiferente à injustiça e à miséria humana
  • Abrir novos horizontes caminhando para a mudança;
  • Desatar nós, criando laços
  • Contribuir para o bem estar do planeta;
  • Ser tolerante para com o próximo;
  • Diminuir o sofrimento desenvolvendo a alegria;
  • Dar um sorriso e receber um abraço amigo;
  • Aprender adquirindo novas experiências;
  • Valorização pessoal.

Leave a Comment